agosto dourado

Agosto Dourado foi criado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Em 2017, com base na semana do aleitamento materno, que acontece de 1 a 7 desse mês, escolheram que se refere ao padrão ouro da alimentação infantil.

Hoje em dia, todo mundo sabe que a melhor alimentação nos primeiros anos de vida é o leite materno. Não custa ressaltar alguns pontos:

O bebê quando nasce não tem imunidade formada. A primeira amamentação é constituída pelo colostro, um composto de proteínas e anticorpos maternos misturados com o leite. Estes anticorpos vão fornecer ao recém-nascido a imunidade de que ele tanto precisa. Um exemplo?

Antigamente nossas avós, coitadas, por ignorância, “curavam” o umbigo da criança com vários produtos que variavam da teia de aranha à borra da chaminé do fogão de lenha. Estas crianças adquiriam tétano e depois de sete dias morriam. Inocentemente, elas alegavam que o que matou foi o mal dos sete dias. Após o início da vacinação da gestante contra o tétano, durante o pré-natal, o mal dos sete dias desapareceu. Os anticorpos da mãe passam para a criança através da placenta e do cordão umbilical livrando-a da morte prematura!

O melhor leite é o materno. Leite de vaca é bom para o bezerro! Se leite de vaca fosse tão bom, não seria necessário modificá-lo. Desta modificação fazem uso as grandes indústrias que exploram o ramo, ganhando muito dinheiro com isso. Se fosse tão bom não existiriam bancos de leite humano, obtidos através de doação e mães que o produzem em excesso.

Além de ser bom para a criança, o aleitamento ajuda a mãe a emagrecer e perder os quilos a mais que adquiriu na gravidez.

Existem muitas dificuldades para o aleitamento. A primeira é que a mãe que tem seu primeiro filho, por ansiedade, não sabe como pegar a criança, acaba não conseguindo amamentar e pensa que não tem leite. Os partos antecipados, por qualquer motivo, fazem com que isso realmente aconteça e o mesmo não exista nas primeiras mamadas, exigindo por parte dos cuidadores a estimulação através de medicamentos via oral (Plasil – isso mesmo Plasil – utilizado para inibir os vômitos) e via spray nasal – Syntocinon. Este último contém o mesmo hormônio que estimula a contração durante o trabalho de parto, quando está presente no organismo materno em altas doses. Por este motivo a mulher que deu à luz através de parto vaginal tem mais facilidade para amamentar. O mesmo hormônio que produziu o trabalho de parto estimulou a produção do leite.

Outra dificuldade, esta praticamente incontornável, é o trabalho pois a mulher contribui para o sustento da família. Se registrada, tem 120 dias para amamentar e depois disso é difícil continuar. A criança fica a maior parte do dia sem o peito, utilizando mamadeira. Com isso o leite diminui e o bebê começa a achar o seio mais difícil, exige mais esforço para obter a mesma satisfação e abandona o seio.

Com todas as dificuldades, ainda que seja por pouco tempo, o aleitamento materno é fundamental!

News

Agosto DouradoAleitamento maternoAmamentaçãoBebêsLeite maternoMães

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Atendimento via WhatsApp